A beleza está nos olhos.

Para alguns, o violão é apenas uma caixa de madeira com um braço e cordas de aço. Para outros, o violão é música.

O que muda não é o violão, é o jeito de olhar.

Para alguns, a flor é apenas uma planta. Para outros, a flor é uma declaração de amor.

O que muda não é a flor, é o jeito de percebê-la.

Para alguns, a palavra é instrumento para propagar ódio. Para outros, a palavra é poesia.

O que muda não é a palavra, é o jeito de usá-la.

São os meus olhos que mediam a realidade que observo e minha interpretação sobre ela. Posso ver uma pessoa em situação de rua e sentir medo. Posso ver uma pessoa em situação de rua e sentir compaixão.

Uma nota importante sobre isso: geralmente projetamos o nosso mundo interior para interpretar o mundo exterior. Por exemplo, se sou mentiroso, acabo acreditando que todo mundo é mentiroso, como eu. Mas se gosto da verdade, acabo inclinado a acreditar nas pessoas.

Ou seja, quanto mais bonito sou por dentro, mais bonita será a realidade em que vivo. Daí a importância de me encher de música, amor, poesia e compaixão, para não interpretar o mundo apenas como madeira, planta, ódio e medo.

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