Posso não amar como você ama, mas defenderei até a morte o seu direito de fazê-lo.

Screen Shot 2017-09-20 at 9.43.51 PM.pngCura. Não é a primeira vez em que escutamos este termo. Já quiseram curar os judeus. Os índios. Os negros. Já quiseram curar os cristãos. As mulheres. E tantos outros indivíduos, em outros tempos. Um nós e um ‘eles’. Assim, algo torna-se bastante evidente: estamos repetindo os mesmos erros. Mas ‘errar é humano’, alguém diria. Não. Neste caso, errar é o exato oposto do que sermos humanos representa: a capacidade de melhorarmos com o tempo. Não somente como indivíduos, mas como espécie. Nenhum outro ser pode fazer o mesmo, diria Rousseau. Então, devemos esta melhora a cada um de nós. Devemos a todos que morreram nestes e em outros tempos. Como? Não permitindo a intolerância. Cumprindo o nosso dever de reflexão, começando por dentro. Parafraseio, aqui, uma frase atribuída de forma errada a Voltaire. Um erro perdoável, obviamente. É esta: posso não amar como você ama, mas defenderei até a morte o seu direito de fazê-lo.

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